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Apresentação dos planteis dos escalões Infantis e Benjamins
Os escalões mais jovens dos Restauradores também começaram a competição no fim de semana passado.

A equipa de Infantis iniciou a competição em casa frente ao C.A. Sangemil. Já os Benjamins, também jogando em casa, receberam a equipa da A. Académica Leça “B”.
Em relação aos infantis, vamos conhecer o plantel para a época 2018/19:
Guarda-Redes: João (renovação), Maria Félix (sem clube);

Fixos: André Castro (renovação);
Fixos/Alas: Matilde (renovação), Afonso (renovação);
Alas: Leonardo Pinto (renovação);
Alas/Pivôs: Serginho (renovação);
Pivôs: David (renovação);
Universais: Silvinha (renovação), Dinis (renovação), Artur (renovação);
A equipa técnica é composta por Fernando Coelho como treinador principal, João Cunha como treinador adjunto e Jorge Rodrigues como treinador adjunto/delegado. Fernando Coelho e João Cunha transitam da época passada, enquanto que Jorge Rodrigues passa do escalão de Juniores E para este de Juniores D.
Demos a palavra ao treinador principal, Fernando Coelho, que tira a “fotografia” ao plantel que tem para esta época. “Após uma época difícil e instável, penso que finalmente temos alguma merecida estabilidade. Temos mais opções e penso que temos um plantel mais capaz do que no ano anterior. Temos meninos com muita qualidade, que têm bastante margem para crescer e já o estão a mostrar nestes dois meses de trabalho. Tenho encontrado vários aspetos positivos, como a versatilidade dos atletas. Conseguem-se adaptar às circunstâncias sem nenhum problema. São meninos espetaculares que gostam de Futsal e gostam dos Restauradores.
Em relação à pré época, a equipa realizou três jogos, tendo vencido um e perdido os outros dois. Para o treinador, “estes jogos não andam à volta de resultados, mas sim de afinação da nossa estratégia, de moldarmos a nossa maneira de jogar para ir saindo naturalmente. Estamos no bom caminho, temos que ir pondo em prática as nossas ideias e ir reduzindo os lapsos de concentração. Sem medo, com caráter e coragem, sem perder as caraterísticas fortes destes meninos.
Em resumo, Fernando Coelho pensa que “temos tudo para fazer uma boa época, sobretudo bastante consistente. Não se trata de resultados para nós nesta primeira fase, antes ir trabalhando sem a pressão desses mesmos resultados, de irmos evoluindo com a nossa forma de jogar. Perder ou ganhar com a nossa maneira de ver o jogo. Estes meninos são o futuro dos Restauradores. Basta acreditar neles e o futuro será risonho.

Quanto ao plantel de Benjamins, a sua composição é a seguinte:
Guarda -Redes: Rodrigo (renovação), Valentino (renovação), Rodrigo Sá (sem clube);

Fixos/Alas: Alexandre (sem clube), Gui (Renovação), Hugo (renovação), Santos (sem clube);
Alas: Correia (renovação), Miguel (sem clube), André (sem clube), Beatriz (sem clube), Matheus (sem clube), Gabriel (sem clube), Gustavo (sem clube), Gaspar (sem clube);
Pivôs: Paula (sem clube), Duarte (renovação);
A equipa técnica é constituída por Gerardo Bompastor como treinador principal e Joana Reis como treinadora adjunta.
Gerardo Bompastor passou de treinador adjunto na época anterior para treinador principal nesta temporada. As sensações nestas primeiras semanas de trabalho têm sido as melhores. “Quando damos por nós a pensar noite e dia o que podemos fazer para que os nossos atletas melhorem, é sinal que as sensações que nos estão a proporcionar são ótimas. Quando no final de Junho decidi abraçar este projeto dos benjamins tive receio de não conseguir levar esta aventura avante, com cerca de um mês de trabalho sinto que tenho um grupo que quer crescer junto e acima de tudo quer evoluir.
O plantel para esta época contempla bastantes mudanças, desde atletas com idade traquina, e muitos deles sem experiência prévia no Futsal. O treinador refere que já teve “a oportunidade de referir a pessoas mais próximas que não será fácil ter uma equipa com dezassete atletas, onde há traquinas de primeiro ano e benjamins de segundo... Nestes escalões notam-se diferenças em benjamins de primeiro ou segundo ano, quanto mais em atletas com três e quatro anos de diferença. A ideia será sempre preparar o melhor possível os atletas que vão na próxima época subir a Infantis, e deixar um trabalho de base feito para os próximos dois ou três anos para que quando estes atletas que têm idades de traquinas estiverem no segundo ano de benjamins possam desfrutar muito mais do jogo.
Quanto a aspetos positivos e negativos nesta experiência, até agora Gerardo Bompastor refere que “de positivo há dois aspetos a realçar: a compreensão e ajuda de todos os agentes desportivos que me rodeiam (atletas, direção e pais) que já compreenderam que também eu estou em fase de aprendizagem e me têm deixado fazer o trabalho sem nunca pedir ou exigir nada. O segundo ponto positivo, e mais importante, é a alegria que tenho em poder estar com estes 16 atletas todos os treinos,  poder ensinar algum do futsal que fui aprendendo, mas principalmente tentar fazer deste grupo um grupo de amigos que espero durem por muitos anos. Algumas coisas para corrigir há sempre, pois não há perfeição, e se assim não fosse não tínhamos margem de evolução... Os problemas surgem, as correções aparecem.
Em relação ao que viu nesta pré época, Gerardo Bompastor refere que “efetuamos dois jogos de preparação até ao momento, e sempre contra a mesma equipa. Por norma, defino objetivos nos jogos que não passem pelo resultado, de forma a que os atletas mais novos sintam que atingiram o que lhes foi proposto sem terem obrigatoriamente de olhar para o resultado. Nestes dois jogos a proposta foi saber marcar e ter noções de marcação ao homem, e neste capitulo do primeiro para o segundo jogo acho que se notou o crescimento deles. Trabalhando com mais de meia equipa que pela primeira vez está a ter contacto com estas realidades, e jogando contra miúdos que em alguns casos já têm vários anos de futsal, não faz sentido querer tudo numa só semana. Vamos trabalhar, um item do jogo de cada vez, e esperar que no final da época possamos olhar para o futuro com um sorriso nos lábios.
Gerardo Bompastor continua, referindo que “quando me propus a este desafio, fi-lo porque senti que poderia trazer uma filosofia diferente a estes miúdos. O que me interessa ganhar uma taça mas ter atletas que vão para casa a chorar porque não jogaram?  Acima de tudo, a minha expectativa para esta época, é que estes atletas se divirtam e sejam felizes, que aprendam futsal, que criem um grupo forte e, se conseguirem ganhar alguns jogos, certamente será uma vitória de todos e não só de alguns.

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